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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Depilação a laser


Olá
Comentei com vocês pelo instagram @dikasdemae_ que comecei as sessões de depilação a laser.
Era algo que eu estava louca pra fazer a tempos!!
Estou fazendo primeiro nas axilas, depois quero fazer em outras partes também.
A sessão é muito rápida e você sente um pequeno desconforto, mas é suportável. E é tão rápida cada sessão, que mal dá tempo de você pensar.

Já nessa primeira sessão, notei resultado. Depois de 15 dias que começaram a nascer alguns pelinhos. Mas é a primeira sessão, né? A depilação não é definitiva, mas minha irmã fez a 2 anos e nada de pelinhos indesejáveis.
O intervalo é de 30 dias e irei fazer 10 sessões.
A clínica onde estou fazendo, é a www.espacolaser.com.br eles usam o laser de Alexandrite, e gostei muito do atendimento.

Vamos então entender um pouco mais:


Como o laser funciona?

Ele elimina o pelo porque a sua energia, em forma de luz, é atraída e captada pela melanina, pigmento presente na haste do fio e responsável pela sua coloração. Essa energia térmica destrói ou retarda a capacidade de o folículo produzir um novo fio. Os pêlos que não são eliminados na hora crescem lentamente, mais claros e finos. “Quanto mais escuro o pelo, melhor ou resultado com o laser”, explica a dermatologista Claudia Marçal, de Campinas (SP).


A aplicação dói?

Depende. Se você aguenta firme a cera, não vai sofrer tanto assim com o laser. Mas saiba que há, sim, um desconforto em cada disparo. “A sensação de ardência varia conforme a sensibilidade de cada mulher, a área que está sendo depilada, o nível de stress e até o período do ciclo menstrual”, explica a especialista em laser Alessandra Passos, da Clínica Dicorp, em São Paulo (SP). “Quanto mais fina e sensível for a pele, maior é a sensação de desconforto”, complementa a dermatologista Claudia Marçal. O uso de anestésicos locais, como o Emla e o Anestop, tornam as sessões menos doloridas – principalmente em áreas mais sensíveis, como o buço, ou em sessões longas.


Laser é igual a luz pulsada intensa?

Não exatamente. O resultado e o princípio de destruição do pêlo são os mesmos, mas a operacão é diferente. A luz pulsada – diferentemente do laser – tem um comprimento de onda luminosa específico para reduzir o folículo de forma gradual. “Por ser mais suave, pode ser usada em peles morenas, negras e asiáticas, em qualquer coloração de pelo (loiro, castanho, ruivo ou preto) e no corpo todo”, explica a dermatologista Claudia Marçal. A grande desvantagem é que o tratamento com a luz pulsada é um pouco mais demorado: exige, em média, duas ou três sessões a mais do que o laser.


A depilação é para sempre?

“Não. Nenhum laser proporciona depilação definitiva, já que alguns podem voltar a nascer após algum tempo. É necessária uma manutenção anual, para o pelo mais teimoso que possa surgir”, explica o dermatologista Cássio Villaça, professor assistente de dermatologia e cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (SP). Porém a associação da técnica certa com um bom profissional e um aparelho qualificado para o tipo de pele garante depilações duradouras.


Como é a manutenção?

Depende do aparecimento de novos pelos no local. Imagine a pele como um campo semeado. Você pode retirar toda a plantação madura, mas nada impede que uma semente esquecida germine depois de alguns meses ou anos. Com o pêlo acontece a mesma coisa. “Isso é possível porque existem folículos imaturos, que vão se desenvolver no futuro”, explica a cirurgiã plástica Cristina Camargo, de São Paulo (SP).
Fonte: Revista Boa Forma


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