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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Nosso papel na educação dos nossos filhos


Gosto muito dessa frase:
"Educar não é cortar asas, e sim orientar voo". (autor desconhecido).

Em uma conversa com uma amiga, falávamos dos desenhos, principalmente da Peppa.. o quanto eles gostam e imitam.. ela me disse que não deixa o filho assistir mais.
Na minha opinião, a gente precisa filtrar bem o que eles assistem.. mas não podemos ser radical. 
A Sophia imita muito a Peppa, mas cabe a mim como mãe, orientar, educar e mostrar a ela, o certo e o errado.
Porque ela vai conviver com outras pessoas, com outras crianças, mas ela só vai conseguir identificar o certo do errado, se eu ensiná-la e dar o exemplo.
A Sophia já entende muito as coisas, e eu converso sempre com ela. 
Esses dias, ela estava mostrando a língua pra mim quando eu falava não pra ela. (igual a Peppa faz)
Eu corrigi na hora! eu disse que não se pode fazer isso com a mamãe, a Peppa faz errado, isso não é legal, e a mamãe não gosta disso!
Quando ela faz coisas que não acho legal, sou bem firme com ela, precisamos ensinar e dar limites!

Sou a diferentona? Não!! Erro muito, mas leio muito também.. adoro estudar sobre a infância, gosto de entender cada fase deles, e oro muito a Deus pedindo sabedoria.. porque não sou perfeita!
Mas a personalidade deles está sendo formada, e a gente tem uma responsabilidade muito grande, que é de educa-los!
Toda noite, reflito sobre meu dia, e tanta coisa eu vejo que poderia ter feito diferente, sabe? 

Vou deixar aqui um resumo de um livro que li para nos ajudar e refletir.

"A qualidade das relações entre pais e filhos exerce uma influência determinante na formação psicológica destes. A partir dos primeiros meses de vida, os pais e responsáveis pela criação e educação das crianças devem dedicar toda a atenção ao desenvolvimento de sua auto-estima. É imprescindível oferecer muito afeto e carinho, estimular, elogiar, motivar, para que as crianças construam sua personalidade com base em elevado amor próprio. Da mesma forma, os pequenos devem ter toda a liberdade para expressar emoções: alegria, afeto, tristeza, medo e raiva, as chamadas emoções autênticas. Se a criança for levada a reprimir suas emoções, desenvolverá uma personalidade combalida, neurótica, plena de tensão, ansiedade, angústia, depressão.

Por todos estes motivos, não devem ser proferidas frases do tipo: “qualquer idiota faria melhor que você”; “homem que é homem não chora”; “não seja fraco”; “você é burro”; “seja perfeito”; “faça como seu irmão; ele, sim, é legal”; “está sonhando alto demais”; “só gosto de você quando é obediente”. E assim por diante…"

Livro: A Arte de Viver

Como somos importantes e essenciais no desenvolvimento deles, na formação da personalidade, né?
Vamos então, orienta-los para que consigam fazer as melhores escolhas, porque "Cortar Asas" só vai fazer com que sintam vontade de voar em lugares proibidos!

Até mais.

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